No dia 04/09/2010, faleceu o Sr. Betoldo Maas, descendente de um dos moradores mais antigos do bairro, Augusto Maas.
Cabe salientar, que o Sr. Bertoldo nos ajudou a montar um pouco da história que está neste blog. Para homenagiá-lo segue um fragmento da entrevista realizada com ele no ano de 2009:
Sr. Beartoldo:"Meus avós, eles vieram da Alemanha pra cá..."
Suzete: "Mas o senhor lembra mais ou menos o ano que era?"
Sr. Bertoldo: "Ah!"
(...)
Sr. Bertoldo: "Era o Augusto Maas o meu avô que veio da Alemanha"
(...)
Sr. Bertoldo, obrigada pela ajuda e que Deus o ilumine!
domingo, 19 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
Uma das casa mais antigas do bairro
Trecho da entrevista realizada em 2009
I.Mass: ...era...quando meus avós foram morar lá. Onde meu avó construiu a casa, antes, não tinha nada. Ali meus avós paternos construíram...
Suzete: a senhora lembra em que ano foi construída aquela casa?
I. Maas: O já tem mais de... Meu Deus!
Suzete: Porque falaram que já tem mais de 130 anos.
I. Mass: mais...
...
conclusão: pelas entrevistas realizadas não se sabe exatamente, quantos anos fazem que a casa foi construída, mas as estimativas nos levam a pensar que ela deva ter entre 130 a 140 anos.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
As idealizadoras...

Quando se fala de idealizadores de projetos, "bate" uma curiosidade imensa nas pessoas porque ficam imaginando, como seriam essas pessoas? E para que as dúvidas desapareçam aí estamos nós! A da esquerda, de blusa roxa, sou eu, prof. Márcia, e da direita é a prof. Suzete que está de licença maternidade, por conseguinte, cuidando do “Davi”.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Divergências
O registro obtido na Internet sobre a família Maas, diverge de dados encontrados no Arquivo Histórico de Blumenau. Conforme estudos e entrevistas realizadas, houve um tempo em que as coisas eram muito difíceis. O que se sabe, é que, os registros de nascimento eram feitos na maioria das vezes após o nascimento da criança, além disso, quem o fazia era um inspetor de quarteirão, ou seja, uma pessoa de determinado distrito encarregado de levar, depois do acúmulo de nascimentos, as informações à Comarca Oficial ou “Ofício do Registro Civil” que tinha a incumbência de formalizar os dados chegados a eles. Como conseqüência dessa demora, as informações chegavam distorcidas. Vejamos então as diferenças encontradas:
No endereço eletrônico:
a) HTTP://astrideboehs.blogspot.com
August Maas nasc. Aproximadamente em 1840 na Alemanha. Deve ter imigrado em torno de 1860 para o Brasil cc Henriete Klön. Pais de Friedrich Julius August nascido em 1863 cc Emile.
b): Fundação Cultural de Blumenau. Arquivo histórico José Ferreira da Silva. Fundo de memória da cidade. Estudo de Genealogia. Dados extraídos dos livros de registros da Comunidade Evangélica Centro. Tradução transcrição do original 1857/1896 – Curt Hoeltgebaum – Blumenau/2004
MAASS, Friedrich (Fritz) August Maass cc Dorothea n. Bohm (Baum). Pais de August Maass – 12.09.1861 de Lasbeck, colono em Benedito, casou no Encano aos 02.05.1880 com Emile Kammholz – 28.03.1862 mde Arnhausen.
Concluindo: a primeira informação que diverge é a maneira como é escrito o sobrenome (Maas/Maass), além disso, o nome “Friedrich”, pois na primeira pesquisa pertence ao filho e no segundo achado se refere ao pai. Mas entre as duas opções a segunda é mais viável, uma vez que se encontra nos registros da “Comunidade Evangélica de Blumenau”.
Finalmente, cremos que aos poucos as coisas estão clareando, graças à pesquisa incansável das professoras idealizadoras do projeto, que, mesmo diante de tantos obstáculos seguem as investigações.
OBS.: Pelo visto o pimeiro Augusto Maas chegou ao Brasil após o nascimento de seu filho em 1861, porque este tem em seu registro de nascimento o local intitulado Lasbeck, Alemanha.
No endereço eletrônico:
a) HTTP://astrideboehs.blogspot.com
August Maas nasc. Aproximadamente em 1840 na Alemanha. Deve ter imigrado em torno de 1860 para o Brasil cc Henriete Klön. Pais de Friedrich Julius August nascido em 1863 cc Emile.
b): Fundação Cultural de Blumenau. Arquivo histórico José Ferreira da Silva. Fundo de memória da cidade. Estudo de Genealogia. Dados extraídos dos livros de registros da Comunidade Evangélica Centro. Tradução transcrição do original 1857/1896 – Curt Hoeltgebaum – Blumenau/2004
MAASS, Friedrich (Fritz) August Maass cc Dorothea n. Bohm (Baum). Pais de August Maass – 12.09.1861 de Lasbeck, colono em Benedito, casou no Encano aos 02.05.1880 com Emile Kammholz – 28.03.1862 mde Arnhausen.
Concluindo: a primeira informação que diverge é a maneira como é escrito o sobrenome (Maas/Maass), além disso, o nome “Friedrich”, pois na primeira pesquisa pertence ao filho e no segundo achado se refere ao pai. Mas entre as duas opções a segunda é mais viável, uma vez que se encontra nos registros da “Comunidade Evangélica de Blumenau”.
Finalmente, cremos que aos poucos as coisas estão clareando, graças à pesquisa incansável das professoras idealizadoras do projeto, que, mesmo diante de tantos obstáculos seguem as investigações.
OBS.: Pelo visto o pimeiro Augusto Maas chegou ao Brasil após o nascimento de seu filho em 1861, porque este tem em seu registro de nascimento o local intitulado Lasbeck, Alemanha.
domingo, 25 de julho de 2010
Diferenças Culturais
"Cada sistema cultural está sempre em mudança. Entender esta dinâmica é importante para atenuar o choque entre as gerações e evitar comportamentos preconceituosos. Da mesma forma que é fundamental para a humanidade a compreensão das diferenças entre os povos de culturas diferentes, é necessário saber entender as diferenças que ocorrem dentro do mesmo sistema. Este é o único procedimento que prepara o homem para enfrentar serenamente este constante e admirável mundo novo do porvir" (LARAIA,2001, P. 101)
terça-feira, 13 de julho de 2010
Espaço/Tempo - Mistérios
Uma pesquisa bibliográfica mais intensa, referente ao início da construção da Vila Germer, não existe, por isso, grande parte da história do surgimento do bairro, que, está sendo postado neste blog foi obtido por meio de entrevistas realizadas com os moradores mais antigos, ainda vivos, do bairro.
A repetição do mesmo fato, realizado por pessoas distintas, residentes no local, está sendo usada para validar a história do surgimento da Vila. É um trabalho dificílimo, construído com muita dificuldade, porque muitas lembranças se perderam no espaço-tempo.
Os depoimentos sobre a chegada do Sr. August Maas na região foram unânimes, ou seja, ele veio da Alemanha a procura de uma vida melhor.
No livro do Sr. Nelso Weingärtner, (p. 30, 2008) está escrito que em 14 de janeiro de 1870, Dr. Blumenau assinou um levantamento estatístico da imigração do Vale do Itajaí. Nesse documento há o registro de Augusto Maas, que na época, pertencia à região denominada, XXI Distrito do Rio Benedito, margem esquerda em Timbó.
A chegada do Sr. Maas ao Brasil é um pouco obscura, sabe-se que em 1870, ele encontrava-se em Timbó. Uma pesquisa realizada na Internet, apoiada em registros relaizados no endereço eletrônico http://astrideboehs.blogspot.com, (fonte não muito segura, por isso em aberto) diz que o Sr. Augusto deve ter chegado ao Brasil em torno de 1860. Além disso, faz referência ao ano do nascimento dele, que data de aproximadamente l840, na Alemanha. Conforme documento consultado, a esposa dele se chamava Henrite Klön.
Abaixo segue trecho da entrevista realizada com a Sra. Edi Maas (moradora no bairro desde 1970), casada com um neto (Hans) do Sr. Augusto Maas:
Prof. Suzete (entrevistadora)
D. Edi (entrevistada)
Suzete: Então o velhinho veio da Alemanha?
Edi: O bem velhinho, sim, veio da Alemanha.
Suzete: Isso deve ser...
Edi: Ô!
Suzete: Ele veio da Alemanha, deve ser decerto, aquele das pesquisas, que, veio em 1870...
Edi: Esse é o velhinho que veio da Alemanha.
Suzete: Então esse deve ser aquele que o pastor Nelso, escreveu...
(...)
Suzete: Deve ser esse. Aquele de 1863, deve ser o filho dele, aquele que construiu a casa, na qual vive ainda o seu Bertoldo Maas.
Segundo pesquisas, o seu Augusto Maas tinha também, um filho com o mesmo nome, trata-se do homem que construiu uma das casas mais antigas, senão a mais antiga, ainda existente na Vila Germer, local onde ainda reside um dos netos do Sr. Maas, o Sr. Bertoldo.
A repetição do mesmo fato, realizado por pessoas distintas, residentes no local, está sendo usada para validar a história do surgimento da Vila. É um trabalho dificílimo, construído com muita dificuldade, porque muitas lembranças se perderam no espaço-tempo.
Os depoimentos sobre a chegada do Sr. August Maas na região foram unânimes, ou seja, ele veio da Alemanha a procura de uma vida melhor.
No livro do Sr. Nelso Weingärtner, (p. 30, 2008) está escrito que em 14 de janeiro de 1870, Dr. Blumenau assinou um levantamento estatístico da imigração do Vale do Itajaí. Nesse documento há o registro de Augusto Maas, que na época, pertencia à região denominada, XXI Distrito do Rio Benedito, margem esquerda em Timbó.
A chegada do Sr. Maas ao Brasil é um pouco obscura, sabe-se que em 1870, ele encontrava-se em Timbó. Uma pesquisa realizada na Internet, apoiada em registros relaizados no endereço eletrônico http://astrideboehs.blogspot.com, (fonte não muito segura, por isso em aberto) diz que o Sr. Augusto deve ter chegado ao Brasil em torno de 1860. Além disso, faz referência ao ano do nascimento dele, que data de aproximadamente l840, na Alemanha. Conforme documento consultado, a esposa dele se chamava Henrite Klön.
Abaixo segue trecho da entrevista realizada com a Sra. Edi Maas (moradora no bairro desde 1970), casada com um neto (Hans) do Sr. Augusto Maas:
Prof. Suzete (entrevistadora)
D. Edi (entrevistada)
Suzete: Então o velhinho veio da Alemanha?
Edi: O bem velhinho, sim, veio da Alemanha.
Suzete: Isso deve ser...
Edi: Ô!
Suzete: Ele veio da Alemanha, deve ser decerto, aquele das pesquisas, que, veio em 1870...
Edi: Esse é o velhinho que veio da Alemanha.
Suzete: Então esse deve ser aquele que o pastor Nelso, escreveu...
(...)
Suzete: Deve ser esse. Aquele de 1863, deve ser o filho dele, aquele que construiu a casa, na qual vive ainda o seu Bertoldo Maas.
Segundo pesquisas, o seu Augusto Maas tinha também, um filho com o mesmo nome, trata-se do homem que construiu uma das casas mais antigas, senão a mais antiga, ainda existente na Vila Germer, local onde ainda reside um dos netos do Sr. Maas, o Sr. Bertoldo.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Relato realizado pelo Sr. Otto Maas
Segundo Sr. Otto Mass, os primeiros quatro moradores da Vila Germer, pertenciam às seguintes famílias: August Maas, Herman Hanzen, Carl Wolther e Fridrih Schweder, eles compraram as terras onde passaram a viver, do governo.
Conforme relato do Sr. Maas, a vida era muito difícil, por falta de recursos. Supermercados, igrejas e escolas, no início, só havia no "centro" do município.
A primeira rua foi chamada de Mulde, atualmente conhecida como August Maas, local em que vive o Sr. Bertoldo Maas, cujo pai se chamava Sr. Carl Maas, filho de uns dos primeiros moradores do bairro, o Sr. August Maas.
Trata-se de uma história bem interessante e complexa, repleta de "augustos", que está sendo desvendada paulatinamente, por falta de fatos concretos como, literatura escrita entre outros. Portanto, à medida que for montado o quebra-cabeças, mais informações serão postadas para que a comunidade da Vila Germer, consiga saber um pouco mais sobre o início da colonização do bairro, finalmente, sobre suas raízes.
Conforme relato do Sr. Maas, a vida era muito difícil, por falta de recursos. Supermercados, igrejas e escolas, no início, só havia no "centro" do município.
A primeira rua foi chamada de Mulde, atualmente conhecida como August Maas, local em que vive o Sr. Bertoldo Maas, cujo pai se chamava Sr. Carl Maas, filho de uns dos primeiros moradores do bairro, o Sr. August Maas.
Trata-se de uma história bem interessante e complexa, repleta de "augustos", que está sendo desvendada paulatinamente, por falta de fatos concretos como, literatura escrita entre outros. Portanto, à medida que for montado o quebra-cabeças, mais informações serão postadas para que a comunidade da Vila Germer, consiga saber um pouco mais sobre o início da colonização do bairro, finalmente, sobre suas raízes.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Devagar e sempre
Com pouco tempo disponível, mas com muita garra, seguimos com o projeto. As professoras responsáveis pelo projeto, Suzete e Márcia, contam com dois alunos para ajudá-las. Os alunos
G.L.F. e R. J. R, da 7 série 1, que, estão contribuindo muitíssimo. No momento, trabalham com "dados das famílias", ou seja, registram em tabelas as famílias residentes em cada rua do bairro.
G.L.F. e R. J. R, da 7 série 1, que, estão contribuindo muitíssimo. No momento, trabalham com "dados das famílias", ou seja, registram em tabelas as famílias residentes em cada rua do bairro.
terça-feira, 18 de maio de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Idas e Vindas
O projeto Vila Germer abrangeu uma série de assuntos. Tentamos durante a execução deste, enfocar momentos políticos, econômicos, sociais e culturais que ocorreram em todo mundo desde a chegada do primeiro morador na vila, no ano de 1860, aproximadamente.
Um trabalho bem interessante foi sobre os governos, com ênfase ao de Getúlio, por causa da nacionalização. Outros assuntos abordados se destinaram ao estudo da 1 e 2 Guerras Mundiais e sua repercussão mundial, no Brasil e na "Vila Germer". Os alunos entrevistaram familiares e perguntaram a eles, principalmente sobre os efeitos da 2 grande Guerra, uma vez que os fatos relativos a ela, estavam mais latentes. Muitos deram seus depoimentos e essa fase culminou com uma apresentação das pesquisas realizadas.
Todo o trabalho realizado entre as professoras de Artes, Informática e educandos tinha (e tem) um efeito de teia cósmica, pois, um assunto dependia do outro e as idas e vindas foram o ponto primordial para o desenvolvimento da pesquisa, que certamente, ainda está em andamento (2010).
Os alunos das 8 séries (do ano de 2009), estão cursando o Ensino Médio em outra escola, entretanto, outros estão engajados nos trabalhos de pesquisa. Isso é muito gratificante!!!
Um trabalho bem interessante foi sobre os governos, com ênfase ao de Getúlio, por causa da nacionalização. Outros assuntos abordados se destinaram ao estudo da 1 e 2 Guerras Mundiais e sua repercussão mundial, no Brasil e na "Vila Germer". Os alunos entrevistaram familiares e perguntaram a eles, principalmente sobre os efeitos da 2 grande Guerra, uma vez que os fatos relativos a ela, estavam mais latentes. Muitos deram seus depoimentos e essa fase culminou com uma apresentação das pesquisas realizadas.
Todo o trabalho realizado entre as professoras de Artes, Informática e educandos tinha (e tem) um efeito de teia cósmica, pois, um assunto dependia do outro e as idas e vindas foram o ponto primordial para o desenvolvimento da pesquisa, que certamente, ainda está em andamento (2010).
Os alunos das 8 séries (do ano de 2009), estão cursando o Ensino Médio em outra escola, entretanto, outros estão engajados nos trabalhos de pesquisa. Isso é muito gratificante!!!
Identidade visual
O aluno Ariel Tancon criou a Identidade Visual, referente ao projeto Vila Germer. Ficou muito interessante o design, porque ele utilizou as cores da escola,azul e amarelo, alem disso, Ariel conseguiu encontrar uma imagem que tivesse "a cara do projeto". Pessoas unidas em prol de um mesmo interesse, o resgate da memória dessa "gente". Vale a pena salientar também que, no plano de fundo da "Identidade Visual", ele colocou um mapa das ruas da região, com o intutito de demonstrar a amplitude do trabalho, já que, a maioria das ruas do bairro levam o nome de alguns moradores importantes, como do senhor Augusto Maas, o primeiro a chegar à vila.
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